segunda-feira, 5 de novembro de 2018

QUEREM CANCELAR DIREITOS CONQUISTADOS PELOS LGBTS

           Venho por meio deste expressar meu repudio, a preposição do senador Magno Malta. Que visa retirar direitos adquiridos pela comunidade LGBT, muitos argumentam que estão retirando previlegios. Pessoal é serio isso !!! Direito a dividir a vida com uma pessoa se extende a todos os brasileiros. Não podemos ficar calados enquanto a uma caça as bruxas no Brasil. Voce pode até não concordar com o estilo de vida deles, mas tem que respeitar seu direito de ser um cidadão e reconhecer seu direito de dividir a vida, deles com quem quer que seja.

O Senado promove atualmente consulta pública em sua página na internet para saber dos brasileiros se são favoráveis ou contrários à 
Resolução nº 175, de 2013, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que reconhece a união civil homoafetiva.
A proposta pretende suspender “os efeitos” da resolução do CNJ “que dispõe sobre a habilitação, celebração de casamento civil, ou de conversão de união estável em casamento, entre pessoas do mesmo sexo”.
O projeto também é antigo, com data no site do Senado de 16/05/2013. Ou seja, poucos dias antes do então ministro Joaquim Barbosa, presidente do Conselho Nacional de Justiça na época, assinar a resolução.



O autor da proposta é o senador Magno Malta (PR-ES), que perdeu a disputa à reeleição para Fabiano Contarato (Rede-ES), o primeiro homossexual assumido a ser eleito para o Senado brasileiro. Sem mandato a partir de 2019, o parlamentar não deve ficar longe de Brasília, pois é cotado para assumir um ministério no governo de Jair Bolsonaro (PSL).
Segundo o documento apresentado por Malta, o problema todo seria “hierárquico”.  O ato normativo usurparia a competência do Poder Legislativo, ao extrapolar os limites do poder de regulamentar e esclarecer a lei.
Para votar contrário à proposta é preciso apertar em “não” sinalizando oposição à ideia. 

Aqueles que concordam com Magno Malta devem votar “sim”.


Até o momento da publicação desta matéria, a opção “não” contabilizava quase 400 mil votos, contra 25 mil “sim”. Para votar, basta clicar aqui.
De acordo com informações do site do próprio Senado, a “situação atual” da proposta encontra-se “em tramitação” desde 2015, o que indica que as pessoas podem continuar votando.



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ABRAÇOS

SANDRO WALDEZ

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