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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Omissão das Autoridades mata mais um Cadeirante no RJ!!


Quantas mortes as autoridades governamentais estão esperando para tomar uma atitude?? E a promoção da acessibilidade, quando efetivamente será colocada em prática (Decreto 5296/2004)?? (Nota do blog)
O problema não é somente no Rio de Janeiro, mas em todas os  estados,capitais e cidades do nosso Brasil.
Quem é deficientes, cadeirantes, mães, idosos e crianças sabem o quão é problemático andar nos passeios aqui em Belo Horizonte, aqui eu já não os chamo de passeio e sim aventura! Tem 18 anos que ando de cadeira de rodas e eu mesmo já fui atropelado oito vezes por ser obrigado a andar na rua. E nossos Governante, autoridades simplesmente se omite e não respeita a lei! É HORA DO BASTA! (Nota de Sandro Waldez)
Art. 5º. “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade…” (Constituição Federal)

Um cadeirante morreu após ser atropelado por um motociclista, no dia 29/03, em Rocha Miranda, subúrbio do Rio de Janeiro. José Henrique da Silveira Brun, 69 anos, era levado por um amigo pela rua, já que carros estacionados e buracos na calçada impossibilitavam o tráfego no local, e foi atingido pelo motociclista Jonathan da Rocha Silva. Ele morreu na hora, e seu amigo, José da Conceição Basílio, está internado no Hospital Salgado Filho. As informações são do RJTV.
O cadeirante ia para casa levado pelo amigo depois de deixar o local em que costumava jogar dominó, por volta de 20h30. O motociclista responderá por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar.
Fonte: Deficiente Ciente 

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

É lei federal: ônibus tem que ter elevador para embarque e desembarque de pessoas em cadeiras de rodas

É lei federal: ônibus tem que ter elevador para embarque e desembarque de pessoas em cadeiras de rodas. Mas, em Belo Horizonte, o equipamento não garante o atendimento da população.
O ônibus do analista financeiro Sandro Waldez chega. Com o celular, ele registra um impasse: o veículo tem espaço reservado para cadeirante, mas não possui elevador.
“Segundo o motorista a empresa tem uma norma que não leva cadeirante em carro que não tenha elevador. O trocador está ligando para a empresa para ver o que ele vai fazer. E não me levou, foi embora”, relata Sandro.
A má vontade é comum. “O elevador está quebrado, não pode esperar o outro não, gente boa? Estou tomando até remédio para dor nas costas”, diz o motorista.
Outro ônibus não demora, mas o mesmo problema acontece: “O elevador está estragado, não está descendo”, afirma um funcionário.
Em outro ponto, a cobradora tenta acionar o elevador de um ônibus, mas o aparelho está em péssimas condições. O elevador funcionou, mas não chega até a calçada. É um dos problemas mais comuns, porque o ônibus para muito longe do meio-fio.
“Não tem como embarcar, porque não dá para pular o meio-fio”, explica Sandro.
O motorista ainda faz uma manobra e tenta parar o ônibus mais próximo da calçada, mas não é o suficiente para o analista conseguir embarcar.
“Ainda ficou longe. Não tem como eu pular”, diz Sandro.
Somente na terceira tentativa Sandro consegue embarcar. Ele ainda precisa pegar outro ônibus, que também para longe. Ainda tem o motorista, que não quer saber de colaborar.
Quando não há equipamentos também é difícil ter acesso ao transporte público. Em Belo Horizonte, 25% dos ônibus não são adaptados.
“Por várias vezes eu me sinto esquecido, humilhado, porque eu ando de cadeira de rodas. Mas eu estudo, eu trabalho, quero levar uma vida independente da melhor forma possível”, conta Sandro.
O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de elo Horizonte informou que as empresas fazem manutenção frequente dos elevadores. Afirmou também que a trepidação e a poeira do asfalto, com o tempo, danificam a engrenagem dos equipamentos. E declarou que os motoristas e cobradores passam por treinamento.

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sábado, 14 de julho de 2012

Absurdo na Camara Municipal de BH!










Ronaldinho
Há pouco mais de um mês em Belo Horizonte, onde joga pelo Atlético, Ronaldinho Gaúcho já vai receber o título de ‘Cidadão Honorário’ da capital no próximo dia 30, às 19h, na Câmara Municipal.

O autor do requerimento é o vereador Daniel Nepomuceno (PSB), que também é vice-presidente do Galo.

Segundo nota da assessoria do vereador, o título “trata-se de um reconhecimento da sociedade a importantes personalidades que se destacam na área social, cultural, política, artística e esportiva.”
 “Absurdo. O camarada está na cidade há menos de um mês e já recebeu esse título. E os cidadãos que trabalham e moram em BH há anos, mesmo não sendo daqui? Desculpem-me os que discordam da minha opinião, mas me parece absurdo isso. Ônus ao cidadão que paga as contas da Câmara e bônus algum para a cidade” Comentário do face.

A pergunta que fica é simples.
Você vai continuar a reeleger este tipo de político, que utiliza a maquina publica sem responsabilidade alguma?
Que homenageia um jogador de futebol que não fez nada(NADA) por Belo Horizonte, sou atleticano mas não concordo com este tipo de atitude, fica minha revolta com nossos vereadores que tomaram esta decisão e com os que se omitiram e permitiram este absurdo.
Vamos renovar a Camara Municipal by Sandro Waldez 43.777


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quarta-feira, 11 de julho de 2012

 

BB abre linha de crédito para aquisição de produtos de Tecnologia Assistiva como Programa de Governo

BB Crédito em Acessibilidade
Em novembro/2011, a Presidenta Dilma Rousseff lançou o Viver sem Limite – Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.
Por meio de ações estratégicas em educação, saúde, inclusão social e acessibilidade em prol da promoção à cidadania e ao fortalecimento da participação da pessoa com deficiência na sociedade, da sua autonomia, eliminando barreiras e permitindo o acesso e o usufruto, em bases iguais, aos bens e serviços disponíveis a toda a população. O BB integra as ações de fortalecimento da acessibilidade e elaborou uma linha de crédito para aquisição de produtos de Tecnologia Assistiva. Com foco no público com renda até 10 salários mínimos.
A linha BB Crédito Acessibilidade disponibilizada pelo Banco do Brasil, permite que os clientes tenham acesso ao crédito para comprar os equipamentos necessários para o bem estar no dia a dia. Esta modalidade destina-se ao próprio deficiente ou a um terceiro que queira adquirir tais equipamentos para destinar a outra pessoa.
Características 
Linha de crédito destinada ao financiamento de bens e serviços voltados para Pessoas com Deficiência.

Quem pode contratar 
Clientes pessoas físicas, correntistas do Banco do Brasil, com limite de crédito disponível e renda mensal bruta de até 10 salários mínimos.
Valor financiamento mínimo de R$ 70,00 e máximo de R$ 30.000,00 -
Taxa de juros: 0,64% ao mês; 
- Prazo: 04 a 60 meses;
- Carência: até 59 dias para o vencimento da primeira parcela.

Como contratar

Se você for correntista do Banco do Brasil
Procure uma agência e informe-se a respeito da sua situação cadastral e qual o limite disponível para financiamento. Para isso, leve seus documentos de Identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. De posse dessas informações, solicite uma simulação do financiamento: nº de prestações, valor das prestações etc.
Se você não for correntista do Banco do Brasil
Procure uma agência e informe-se sobre as condições da linha de crédito e saiba como abrir a sua conta corrente. Se for o caso, leve seus documentos de Identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A abertura da corrente bem como a disponibilização do limite está sujeita a pesquisa cadastral. 
Como adquirir o bem
De posse da informação de quanto há de limite de crédito disponível, prestação e prazo, compareça até o estabelecimento comercial, adquira o(s) bem(ns) e/ou serviço(s) constante(s) na lista de produtos ao lado (somente os bens informados na lista poderão ser financiados).
Como contratar a sua operação
Após a aquisição do bem (vide lista de produtos), leve a nota fiscal ou o cupom fiscal até uma agência do BB para a efetivação do financiamento. O crédito será liberado diretamente na sua conta corrente, devendo ficar uma cópia da nota na agência.
Somente serão aceitos documentos fiscais emitidos com prazo máximo de 30 dias


Garantia 


Esta modalidade não exige garantia de bens ou de terceiros


O rol de produtos que podem ser financiados pela linha de credito está relacionado na Portaria Interministerial nº 31, de 1º de fevereiro de 2012. No site do Banco do Brasil, no link http://www.bb.com.br/docs/pub/inst/dwn/ListaBensFinanciav.pdf tem a lista completa de produtos.
A Portaria foi publicada no Diário Oficial da União, no dia 07/02/2012, páginas 18 e 19, e tem a lista completa. Está disponível no link http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=18&data=07/02/2012. A portaria faz referência à Medida Provisória nº 550, que você citou.
No site do BB, (http://www.bb.com.br/portalbb/page17,19314,19314,0,0,1,1.bb) tem mais informações sobre a linha de crédito.
A lista de produtos não está acessível no portal!!!  

Portanto aí vai a Lista de Produtos que podem ser adquiridos pelo crédito acessibilidade do
Banco do Brasil

Acionadores

Adaptação de Veículo Automotor

Adequação Postural Alternativa Alternativa de Output por Voz

Andadores

Cadeira de Rodas

Cadeiras de Rodas Motorizadas

Computador Portátil Braille

Guincho de Transferência

Impressora Braille

Interfaces Para os Acionadores

Leitores com Software OCR

Leitores de Tela

Lupas Eletrônicas de Mesa

Lupas Eletrônicas Portáteis

Mobiliário Acessível

Mouses Alternativos

Scanner de Mesa

Scanner

Leitor Portátil

Software de Comunicação

Teclado Braille

Vocalizadores

Porém creio que a pessoa interessada deve dirigir-se ao Banco do Brasil porque pode haver desdobramentos, ou outras informações sobre esses produtos!



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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Candidato a Vereador

Com o coração cheio de esperança e a cabeça cheia de idéias, comunico aos meus amigos e conhecidos que sou candidato a vereador de BH esse ano. Faço isso acreditando que ainda há meios para lutar pelos direitos dos deficientes, já que não adianta esperar que os outros o façam por nós, vou "arregaçar as mangas" e correr atrás de melhores condições não só para o deficientes físicos como para toda a população de Belo Horizonte.
Conto com vocês para entrar comigo nessa jornada e fazer de BH uma cidade melhor para todos.
Abraços
Sandro Waldez  43.777
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sábado, 30 de junho de 2012


O IBGE revelou  um retrato detalhado sobre condições urbanas brasileiras e houve um item que chamou, a meu ver erroneamente, de “calçadas para cadeirantes”.

Bem, o termo não ajuda em nada na inclusão. Talvez, para fins de pesquisas, era preciso ser bem específico, mas rampa é um aparelho urbano que serve a todos, não só a cadeirantes.
 
A rampa facilita o acesso do carrinho de bebê, auxilia os mais velhos e mais desequilibradinho na travessia, facilita para quem está puxando carrinhos de compras, evita com que crianças tropecem ao atravessar a rua. Então, como uma rampa é para “cadeirantes”?

Quando se qualifica uma rampa dessa maneira, a meu ver, reforça-se em parte da sociedade que o povo “malacabado” é um peso na lomba do poder público que precisa gastar para fazer o mundo mais fácil para “nóistudo” podermos ser mais cidadãos.

Não é a primeira vez que o órgão de pesquisa mais importante do país comete uma impropriedade com as pessoas com deficiência. É hora dessa gente ter mais preocupação com seus métodos de abordagem, pois a reprodução das informações é gigantesca e os dados ficam para a história, né, não?

Bem, agora o mérito da pesquisa, mais propriamente. O resultado é que apenas 4,7%, repito SOMENTE 4,7% das ruas do país possuem rampas.

Gente, isso é praticamente uma miséria humana em relação à inclusão. Quer dizer que 95% dos passeios dessa nação não têm mínimas condições de garantir um ir e vir seguro às pessoas. É a massacrante maioria de um país que não cumpre um princípio constitucional.

A ausência de uma rampa humilha as pessoas. Expõe as pessoas ao risco de quedas, de acidentes. Impede as pessoas a chegarem na escola, no hospital, na casa da namorada.

Pelo levantamento, a cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, entre as com mais de 1 milhão de habitantes, é a que está mais avançada em relação a esse aparelho urbano. Fortaleza, vergonhosamente, é a pior.
Conheço as duas capitais. Realmente, em Poa, se vê um esforço importante para tornar a cidade mais amigável no seu ir e vir para TODOS, mas não se compara minimamente, infelizmente, às cidades européias ou mesmo americanas. Se estamos nos tornando um país rico, esse relaxo tinha de ser uma preocupação primordial.

Fortaleza, como uma cidade turística e que vai ser sede da fatídica Copa, era preciso que a administração municipal sentisse dor de cabeça durante uns seis meses e que tomassem uma atitude corajosa para reverter uma situação tão deplorável…

Como sabem, sou um tiozão otimista. Acho, de verdade, que essa realidade está mudando em velocidade importante.

Mas isso vai continuar caso a gente siga mobilizado, siga escolhendo administradores engajados, siga exigindo cumprimento de leis, siga enfrentando, a medida do possível, a rua, do jeito que ela é, até que a pressão a torne do jeito que precisa ser: útil, segura e acessível para todos.


Fonte: Jairo Marques

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

O transporte público e o respeito aos portadores de necessidades especiais

O transporte público, na área urbana é um item indispensável à garantia do acesso das pessoas com deficiências, à educação e ao trabalho. Hoje, quero abordar este tema complexo, mas fundamental aos portadores de necessidades especiais.

Em uma pesquisa inicial encontrei leis/normas técnicas de acessibilidade da ABNT regulamentando as adaptações arquitetônicas e ações de várias entidades que trabalham para promover todas as adequações necessárias ao cumprimento deste direito.

Alguns ônibus urbanos já foram adaptados para cadeiras de rodas, há espaço para cão guia, rampas nas calçadas e piso podotátil em vários locais por onde os deficientes passam. Sem falar que atualmente, os funcionários dos metrôs, trens e terminais de ônibus são treinados para auxiliar àqueles que têm dificuldade de entrar e sair sozinhos desses meios de transporte. Impossível não dizer o quanto isso ajudou a melhorar para nós, usuários, portadores de deficiências.

A disposição de muitos brasileiros em ajudar àqueles que precisam de alguém para diminuir suas dificuldades, ainda me impressionam. No entanto, muito pode ser realizado para diminuir o acesso que os deficientes encontram para se deslocarem nas grandes cidades, em seu dia-a-dia.


As Reformas

Sem alterações na estrutura e no funcionamento dos principais locais de acesso ao transporte, como estações de trem e de metrô, pontos e terminais de ônibus, rodoviárias, portos e aeroportos, não é possível atender às exigências da legislação e às necessidades das pessoas com deficiência.  É preciso que se invista muito nessas alterações com a adoção de regimes de urgência máxima para que os deficientes não sejam obrigados a conviver com obras que ficam se arrastando por longos anos e causam grandes transtornos não só para eles.

O Decreto 5.296/04 – que regulamenta as leis 10.048 e 10.098 do mesmo ano – e o Decreto 3.298/00 especificam claramente as obrigações das empresas em relação às adaptações de infraestrutura para o acesso de todos aos estabelecimentos. Apesar disso, ainda falta um compromisso efetivo em todo o país, para o cumprimento dessas normas.  Os maiores avanços estão restritos a alguns grandes centros, enquanto outros locais ainda contam com um mínimo de melhorias, apesar do grande contingente de pessoas com deficiência utilizando os meios de transportes.

Quando as reformas são realizadas, fica claro que os interessados, no caso, os deficientes não foram consultados, de modo que a obra seja adequada a eles. Infelizmente, não é raro acontecer de seguirmos um piso tátil que nos conduz a uma quina de parede ou subirmos uma rampa em direção a um ponto de ônibus e batermos a cabeça num orelhão mal localizado naquela calçada.  Por isso, é muito importante elaborar projetos de arquitetura/engenharia mais abrangentes, que contemplem a acessibilidade pelo viés de todas as deficiências, sem criar dificuldades para ninguém, no reconhecido esforço de minimizar as dificuldades da população mais vulnerável.

Só para que se tenha uma idéia, dos perigos que passamos diariamente, conto-lhes que certo dia fiquei até assustado quando “tomei um onibus” e percebi a presença de uma barra de ferro horizontal colocada para apoio de deficientes físicos, a 20 centímetros do meu rosto, no ponto passível de bater a boca ou o nariz na primeira freada brusca que esse veículo realizasse.  Entendi que, quem a planejou ali só pensou no apoio de alguns deficientes, sem se dar conta, que os deficientes visuais ou até mesmo as pessoas sem deficiências poderiam se acidentar gravemente com aquela modificação.

Os usuários, portadores de deficiências devem ser ouvidos, sempre que possível, para aproximar as obras dos seus verdadeiros interessados.


Impactos e Riscos

Os desafios para resolver todos os problemas de acessibilidade são enormes e requerem muitos investimentos.  As modificações nos estabelecimentos já existentes ficam caras e demandam muito tempo para serem concluídas. Além disso, nem sempre é fácil encontrar pessoas qualificadas para implementar mudanças que atendam totalmente às necessidades das pessoas com deficiência.

Precisamos, no entanto, começar essas mudanças o quanto antes, para que não continuemos a assistir acontecimentos lamentáveis de vitimização de pessoas indefesas por falhas arquitetônicas que provocam transtornos no seu deslocamento para o trabalho ou para a escola.

Numa cidade tão rica como Belo Horizonte, com tanto recurso a ser aplicado em reformas, não é concebível convivermos com os riscos com os quais lidamos todos os dias.  Estamos acostumados a ver deficientes físicos com cadeiras de roda sendo carregados por funcionários das empresas, por que não existe rampa de acesso ou deficientes visuais pulando vãos de 30 centímetros ou mais nas estações de trem, quando não caindo nesses vãos.


Em relação aos ônibus, o número dos que possuem adaptação com piso rebaixado ou elevador é muito pequeno para atender à demanda.  Apesar de serem muitos os deficientes chamados ao trabalho, diariamente, no cumprimento da Lei de Cotas (8.213/91), nem todos conseguem chegar aos seus locais de trabalho com a mesma facilidade que os não portadores de deficiência.

É importante que todos os portadores tenham consciência que devemos entrar em contato sempre que necessário com os órgãos e empresas responsáveis por estas modificações ou com a falta delas, de modo que cada vez mais tenhamos garantido o nosso deslocamento ou o acesso a um local.

Esperamos que a cada nova geração de profissionais, muitas possam ser as soluções encontradas que permitam aos portadores de necessidades especiais, um  viver em sociedade sem limitações.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Cigarro Vou sentir sua Falta!!! A DEUS !


Hojé começa minha saga! Bom começou ontem mas tudo bem! É meu 1ª dia sem cigarro.
Que vontade de esganar um ! E os piadistas cigarro faz mal mesmo, tem que parar. Se tivesse um arma dava um tiro.
O pior de tudo é que eu gosto de fumar!!! Gosto muito! O habito me agrada, poxa por que parar de fumar, a faz mal a saudé isso eu sei ! Ha cigarro mata eu tb sei e não ligo. Alguem ouviu eu dizendo que gosto de fumar ? Cigarro causa impotência hum verdade! I nem ligo inventaram o viagra, eu ja disse que gosto de fumar?
Ai me disseram você tem uma filha pensa no futuro dela, uai eu penso ela não fuma e nem vai fumar sou eu que gosto de cigarro eu ja disse que gosto muito de fumar ?
Bom a biblia diz não polua o Templo do espirito santo seu corpo!!! Ai agora não tenho argumento, bom o templo é meu ... não vou entrar no merito da questão, mesmo sabendo que EU GOSTO DE FUMAR!
Vou parar tem 24 horas que estou sem, continuo querendo... ai ai ...
Bom vou buscar força com quem pode me dar o unico faz de mim um vazo novo.
O desejo de agradar a Deus é o maior motivo para deixar de fumar. A Bíblia diz que temos de amar a Deus com toda a mente, todo o coração, toda a alma e toda a força. Não podemos fazer isso se estivermos viciados em tabaco. — Marcos 12:30.
Primeiro, a Bíblia nos comanda a não deixar que nossos corpos se tornassem escravos a nada. 1 Coríntios 6:12 diz: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.
"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus" (1 Coríntios 6:19-20).
1 Ts 5:23 "O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.
2 Cr 7:14-15 "e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração que se fizer neste lugar."

Aqui vou postar umas dicas que achei interessante! A fonte é do blog(http://www.uniblog.com.br/shirlocamaria/433637/parar-de-fumar.html)
Como lidar com a síndrome de abstinência
lidar com a síndrome de abstinência
Se você é um fumante inveterado, provavelmente passará por uma síndrome de abstinência, que começa algumas horas depois de você fumar o último cigarro. Entre os sintomas estão irritabilidade, impaciência, hostilidade, ansiedade, depressão, insônia, agitação, aumento do apetite e anseio por cigarro. Talvez seu médico possa lhe prescrever remédios para aliviar os sintomas.
■ Durante as primeiras semanas difíceis, coma alimentos com baixo teor calórico e beba muita água. Alguns descobriram que mastigar vegetais crus, como cenoura e aipo, é de ajuda. Se você se exercitar, evitará ganhar peso e aliviará os nervos.
■ Evite lugares e situações em que você se sentirá tentado a fumar.
■ Lute contra raciocínios errados que poderiam tentá-lo a fumar. Estas são algumas idéias comuns durante o período em que se sentem sintomas de abstinência: ‘Vou fumar só hoje para me ajudar a enfrentar essa crise.’ ‘Fumar é meu único vício!’ ‘O fumo não deve ser tão ruim assim; alguns fumantes inveterados vivem mais de 90 anos.’ ‘Eu vou acabar morrendo de qualquer maneira.’ ‘A vida não tem graça sem cigarro.’
■ Se você estiver quase desistindo, adie. Se esperar só uns 10 minutos, a ânsia aguda talvez passe. Às vezes, a idéia de nunca mais fumar pode parecer terrível. Se você se sentir assim, concentre-se em parar só por hoje.
■ Se deseja servir a Deus, ore a ele em busca de ajuda. Nosso Criador amoroso pode dar “ajuda no tempo certo” para aqueles que se esforçam a harmonizar a vida com a vontade Dele. (Hebreus 4:16) Mas não espere um milagre. Você precisa agir em harmonia com suas orações.
Continue sendo um ex-fumante
sendo um ex-fumante
■ Os primeiros três meses são os mais difíceis, mas mesmo depois disso procure evitar, se possível, ficar na companhia de fumantes e em situações que possam tentá-lo a fumar.
■ Não se engane achando que pode fumar de vez em quando, mesmo que tenha parado há um ano ou mais.
■ Resista à tentação de fumar “só um cigarro”. Esse pode levar a outros e logo você terá jogado fora todo o esforço que fez para parar de fumar. Mas se você acabar fraquejando e fumando, não há motivo para fumar mais um cigarro. Se teve uma recaída, pare de novo.
Milhões de fumantes conseguiram parar. Com determinação e persistência, você também pode parar de fumar!
Bom por hojé é so!